Frame
Departamento Pessoal · Contabilidade

Folha para escritório de contabilidade: o cliente opera, o contador homologa

Você não sofre por falta de sistema de folha — o seu faz escrita fiscal, contábil e societária, e a Frame não faz nada disso. Você sofre porque o dado do cliente chega no dia 3 por WhatsApp, incompleto, e porque no fim do mês é a sua assinatura que vai num cálculo que você não viu nascer. A Frame é o sistema do seu cliente, com um assento seu dentro dele: só leitura, com a trilha de auditoria aberta e o motor de cálculo pronto para você homologar.

  • 12 telasO que o assento de contador abre — sem uma única permissão de escritaFolha, encargos, eSocial, compliance, relatórios, pagamentos, auditoria e homologação, entre outras. Quais existem depende do plano do cliente.
  • 4 arquivosO que sai de uma competência fechadaLançamentos contábeis em partidas dobradas (CSV), relação de pagamento (CSV), remessa CNAB 240 e a consolidação anual de rendimentos.
  • 10 CNPJsNuma conta do plano DP CompletoSão 3 no Profissional e 1 no Essencial. Para quem faz BPO de folha, é esse número que decide, não o preço por colaborador.

O que um escritório de contabilidade precisa — e o que ele já tem

Já tem sistema de folha. Provavelmente há dez anos, integrado à escrita fiscal e à contábil, com o plano de contas do cliente dentro. Trocar isso não é um projeto de software, é uma cirurgia — e ninguém que trabalha com prazo de dia 7 opera o próprio coração no meio do expediente.

O que falta não é software: é o dado chegar. A admissão vem por foto de carteira no WhatsApp, as horas vêm numa planilha que o encarregado do cliente montou, o desligamento é avisado por telefone no dia em que já aconteceu. O escritório então digita — de novo — o que alguém já tinha escrito, e o erro que nasce dessa digitação chega até você como rejeição de evento, com o prazo correndo.

E existe um segundo desconforto, que ninguém escreve na proposta comercial: no fim do mês é a assinatura do contador que vai junto com um cálculo produzido por um sistema que ele nunca conferiu por dentro. Você confia porque funcionou nos meses anteriores. Confiança não é conferência, e a diferença aparece no ano em que a tabela muda.

O escritório não precisa de mais um sistema de folha. Precisa que a folha do cliente chegue conferível — e que dê para conferir de verdade, não por amostragem.

O caminho do dado até você

Como a informação do cliente chega hoje, e como poderia chegar

  • Admissão de um funcionário

    Como costuma ser

    Foto dos documentos no WhatsApp, às vezes ilegível, quase sempre faltando um dado. O escritório cobra o que falta e espera.

    Com a Frame

    O próprio contratado preenche os dados e envia os documentos por um portal, antes do primeiro dia. O que chega ao escritório já está estruturado.

  • Horas do mês

    Como costuma ser

    Planilha montada pelo encarregado, num formato que muda de cliente para cliente e às vezes de mês para mês.

    Com a Frame

    As marcações são apuradas no próprio sistema e viram rubrica — hora extra, adicional noturno, faltas e o reflexo do DSR.

  • Conferência do cálculo

    Como costuma ser

    Você confere por amostragem: pega dois ou três contracheques e recalcula na mão para ver se bate.

    Com a Frame

    O motor recalcula a tabela de referência com os parâmetros daquele cliente, na sua frente, e você homologa — com registro de quem homologou e quando.

  • Mudança na base legal

    Como costuma ser

    Você descobre que o sistema do cliente não atualizou quando o número sai errado.

    Com a Frame

    A homologação carrega uma impressão digital dos parâmetros. Se eles mudam, o status vira “desatualizado” e pede nova conferência sozinho.

  • Lançamento contábil

    Como costuma ser

    Alguém lê o resumo da folha e digita as partidas no sistema contábil.

    Com a Frame

    As partidas dobradas da competência saem em CSV, com plano de contas sugerido que você ajusta ao do cliente.

  • Dúvida do colaborador

    Como costuma ser

    O funcionário do cliente liga para o escritório perguntando do holerite ou do informe.

    Com a Frame

    Ele abre o próprio portal e busca holerite, informe de rendimentos, férias e ponto sem passar por você.

O que existe do seu lado

Seis coisas que o contador recebe sem operar o sistema

Nenhuma delas exige que o escritório assuma a operação do cliente. São o que o papel de contador abre dentro da conta dele — e todas podem ser conferidas numa demonstração antes de qualquer contrato.

  • Um assento que não quebra nada

    O papel de contador é somente leitura: nenhuma permissão de calcular folha, fechar competência, criar admissão ou mexer em cadastro. Você entra para ver, e o sistema não deixa você errar.

  • Homologação com os parâmetros do cliente

    A tabela de referência de INSS, IRRF, FGTS e líquido é recomputada ao vivo com os parâmetros daquela empresa — não com um exemplo genérico — e fica registrada com o nome de quem homologou.

  • Lançamentos contábeis prontos

    As partidas dobradas da competência em CSV: provisão da folha, INSS e IRRF retidos, FGTS e encargos patronais, com plano de contas sugerido para você ajustar ao do cliente.

  • Pagamento em arquivo, não em lista

    Relação de pagamento por colaborador com banco, agência, conta e PIX, e a remessa CNAB 240 para o banco — em vez de uma planilha para alguém transcrever.

  • Consolidação anual por colaborador

    Rendimentos, INSS e IRRF do ano, com mensal e décimo terceiro separados, formados a partir das folhas fechadas — não remontados em fevereiro a partir de doze arquivos.

  • O colaborador não liga mais para você

    Holerite, informe de rendimentos, férias, ponto e dados cadastrais ficam no portal do próprio trabalhador. A dúvida dele deixa de virar tarefa do escritório.

O que mudou, e o que o produto tem

Quatro números que um escritório precisa ter na cabeça em 2026

3 estados

A homologação do cálculo não é permanente — ela se invalida sozinha

Pendente, homologado e desatualizado. O estado é derivado da impressão digital dos parâmetros legais: mudou a base, a homologação cai para desatualizada e pede nova conferência. Ninguém homologa uma vez e esquece.

  • 2025

    O ano-calendário em que a DIRF deixou de ser utilizada

    A Receita Federal a substituiu por informações prestadas no eSocial e na EFD-Reinf. Quem ainda organiza o ano em torno de uma declaração de fevereiro está organizando o ano errado.

  • S-1210

    O evento que passou a carregar o que a DIRF carregava

    A substituição começou no período de apuração 01/2025, pelo S-1210 e demais eventos por ele referenciados, complementada pelos eventos R-4010 e R-4020 da EFD-Reinf.

  • 12 meses

    O informe de rendimentos agora se forma mês a mês

    Como a informação passou a ser mensal, o rendimento anual do trabalhador é consequência de doze competências fechadas certas — e não de uma conferência feita depois, quando corrigir custa retificação.

O que dói no escritório

Seis problemas que não são culpa do seu sistema

  • O dado chega depois do prazo

    A admissão do dia 2 é avisada no dia 12, e o evento tinha prazo anterior ao início do trabalho. O escritório não atrasou nada: recebeu tarde.

  • Cada cliente manda de um jeito

    Um manda planilha, outro manda foto, outro liga. Padronizar por e-mail de instrução nunca funcionou, porque quem envia é a pessoa que tem menos tempo na empresa.

  • Você digita o que já foi digitado

    Nome, CPF, cargo e salário já existiam escritos em algum lugar antes de chegarem ao seu sistema. A digitação não cria informação nova — cria chance de erro.

  • O erro aparece na rejeição

    Um dado divergente não trava nada na hora: trava o evento depois, com prazo correndo e com o cliente achando que o problema é do escritório.

  • O colaborador do cliente liga para você

    Segunda via de holerite, informe de rendimentos, saldo de férias. É atendimento que não cabe na sua tabela de honorários e que ninguém consegue recusar.

  • Você assina um cálculo que não viu nascer

    A responsabilidade técnica é sua, mas o motor é de outro. Conferir por amostragem é o que dá para fazer — e amostragem não encontra erro de parâmetro, que é justamente o que erra todo mundo de uma vez.

O mês visto do escritório

A competência de um cliente, do lado de cá

  1. Durante o mês

    O movimento entra na origem

    Admissão, afastamento, férias e desligamento são registrados por quem os viveu, no sistema do cliente. Nada disso passa por um e-mail para o escritório.

  2. Virada da competência

    As variáveis fecham sozinhas

    Horas extras, adicional noturno, faltas e o reflexo do DSR saem da apuração de ponto, e não de uma planilha que alguém precisa lembrar de mandar.

  3. Antes de fechar

    Você confere com o assento de leitura

    O contador abre folha, encargos e compliance sem poder alterar nada, e vê o que o cliente vê. Divergência apontada antes do fechamento não vira retificação.

  4. Uma vez por base legal

    A homologação do motor

    Você recomputa a tabela de referência com os parâmetros daquele cliente e homologa. Vale até a base mudar — e quando mudar, o próprio sistema devolve o status para pendente de conferência.

  5. Competência fechada

    Saem os arquivos, não os resumos

    Partidas dobradas em CSV para a contábil, relação de pagamento e remessa CNAB para o banco. O que chega ao escritório é arquivo, não print de tela.

  6. Até o dia 15Prazo legal

    Os eventos periódicos no eSocial

    Remuneração e fechamento da competência têm prazo próprio, que não é o do balancete nem o da entrega ao cliente. Quem organiza o mês pelo fechamento contábil descobre isso atrasado.

  7. Ao longo do ano

    O informe se forma sem fevereiro

    A consolidação anual por colaborador é o acúmulo das competências fechadas. Se elas estiverem certas, não existe mutirão de janeiro.

O que mudou na obrigação, com a fonte ao lado

Três fatos que reorganizam o calendário do escritório

Não são interpretação nem previsão: são o que está publicado pela Receita Federal e pelo eSocial, com o link ao lado de cada um. Estão aqui porque mudam a rotina do escritório, não porque enfeitam a página.

  1. A DIRF não é mais utilizada

    A partir do ano-calendário 2025, a declaração deixou de ser usada e as informações passaram a ser prestadas no eSocial e na EFD-Reinf. Na prática, o que era um esforço concentrado em fevereiro virou consequência de doze fechamentos mensais — e um fechamento errado não espera até o ano seguinte para aparecer.

    Com o fim da DIRF, empregadores devem observar eSocial e EFD-Reinf — Receita Federal· vigente em 2025
  2. O rendimento anual agora se forma evento a evento

    A substituição da DIRF PGD por eventos do eSocial começou no período de apuração 01/2025, pelo S-1210 e pelos demais eventos por ele referenciados, complementada pelos eventos R-4010 e R-4020 da EFD-Reinf. Cada competência transmitida é uma parcela do informe do trabalhador.

    Substituição da DIRF por eventos do eSocial a partir da apuração 01/2025 — eSocial· vigente em 2025
  3. O prazo do eSocial não é o do fechamento contábil

    Os eventos periódicos de remuneração e o fechamento da competência têm prazo próprio, definido no leiaute e independente do calendário interno do escritório. É o descompasso mais caro da rotina: o balancete pode esperar mais uma semana, o evento não.

    eSocial — documentação técnica e leiautes oficiais· vigente em 2026

A responsabilidade técnica fica com o contador do cliente, como em qualquer folha séria. Por isso o sistema não pede confiança: ele recalcula na frente dele, com os parâmetros daquele cliente, e perde a homologação sozinho quando a base legal muda.

FramePrincípio do módulo de homologação — conferível em uso, não em promessa
Antes de indicar um sistema ao cliente

Dez perguntas que um contador deveria fazer sobre a folha do cliente

  • Eu consigo entrar e ver a folha sem poder alterar nada?
  • Existe um papel de contador de verdade, ou eu recebo a senha do administrador?
  • Eu consigo recalcular a tabela de referência com os parâmetros daquele cliente?
  • A conferência que eu fizer fica registrada com meu nome e com a data?
  • Quando a base legal mudar, o sistema me avisa que a conferência venceu?
  • Os lançamentos contábeis saem em arquivo, ou eu vou transcrever de um relatório?
  • A relação de pagamento sai em CNAB para o banco?
  • A trilha de auditoria mostra quem alterou o quê e quando?
  • Depois de fechada, a competência trava contra alteração retroativa?
  • Quantos CNPJs cabem na conta, se eu quiser operar mais de um cliente?
O que decide o plano é o número de CNPJs

Quanto custa a Frame para escritórios de contabilidade

Para o escritório existem duas configurações honestas. Na primeira, quem assina é o cliente e o escritório entra com o assento de contador — o custo não é seu, e o assento consome um dos usuários do plano dele. Na segunda, o escritório faz BPO de folha e opera os clientes dentro da própria conta: aí o que decide não é o preço por colaborador, é o teto de CNPJs — 1 no Essencial, 3 no Profissional, 10 no Completo e sem teto no Signature.

  • DP EssencialR$ 697,00/mês

    Folha real, ponto e obrigações para uma empresa.

  • DP ProfissionalR$ 1.197,00/mês

    DP multi-empresa com portal do colaborador e IA de conferência.

Perguntas frequentes

O que perguntam sobre escritórios de contabilidade

A Frame substitui o meu sistema contábil?

Não, e não é modéstia: a Frame não faz escrita fiscal, não faz contábil, não faz societário e não gera EFD-Reinf. O seu sistema faz tudo isso e continua fazendo. A Frame cuida do Departamento Pessoal do seu cliente e entrega para você o que sai dele — inclusive as partidas dobradas em CSV para lançar no sistema que você já usa.

O acesso do contador é cobrado à parte?

Não existe cobrança separada, mas seja claro sobre o que isso significa: o assento é um usuário dentro da conta do cliente e consome um dos lugares do plano dele — são 3 usuários no Essencial, 8 no Profissional e 20 no Completo. Se a conta do cliente já estiver no teto, alguém precisa subir de plano, e é melhor esse assunto aparecer antes da assinatura.

O que exatamente eu consigo ver com o papel de contador?

Dashboard, colaboradores, folha, encargos, compliance, eSocial, relatórios, pagamentos, trilha de auditoria, copiloto, ajuda e a tela de homologação — doze telas, todas sem permissão de escrita. Duas ressalvas honestas: quais delas existem depende do plano contratado pelo cliente (auditoria e pagamentos entram no DP Completo), e o papel não permite calcular nem fechar folha, de propósito.

Como funciona a homologação do cálculo na prática?

O sistema recomputa uma tabela de referência de INSS, IRRF, FGTS e líquido para faixas de salário, usando os parâmetros cadastrados daquele cliente — inclusive o salário mínimo aplicável a ele. Você confere os números e homologa, e fica registrado quem homologou. Junto vai uma impressão digital dos parâmetros: se qualquer um deles mudar, o status vira desatualizado e a conferência volta a ser pedida.

Quem transmite os eventos ao governo: eu ou o cliente?

Quem vocês combinarem — e vale combinar antes. A plataforma monta os eventos e gera o XML, mas a transmissão exige o certificado digital da empresa conectado e o gateway de assinatura configurado. Enquanto isso não estiver ligado, o arquivo é gerado para envio pelo caminho que o escritório já usa. Preferimos dizer isso aqui a você descobrir na primeira competência.

Vale a pena para um escritório com sessenta clientes?

Para operar todos dentro da Frame, não — o teto publicado é de 10 CNPJs no DP Completo, e acima disso é conversa de plano Signature. Para escritórios grandes o encaixe real é outro: os clientes que já têm sistema próprio, ou os que dão mais trabalho de coleta, usam a Frame e você entra com o assento de contador. É a configuração que resolve o problema do dado que chega tarde sem exigir que você mude nada do seu lado.

Continue por aqui

Leituras que completam esta

O escritório de contabilidade não precisa trocar de sistema: precisa que o dado do cliente chegue estruturado e que o cálculo seja homologável por quem assina — com a homologação se invalidando sozinha quando a lei muda.

Demonstração conduzida por gente da Frame, com o recorte de escritórios de contabilidade e os números da sua operação.